>>Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente... Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca Assim dos lábios a vida corre Deixando um acre sabor na boca Eu faço versos como quem morre..
( Manuel Bandeira)<<
Bom...eu tava aqui, de bobeira..sei la...tinha pensado num post enorme pra hoje, mas as palavras simplesmente sumiram da minha cebaça...E ao inves de fazer algo de improviso, publico esse poema do Manuel Bandeira, que é um dos meus autores favoritos...
Sim, eu tambem amo Literatura, e pode até não parecer, mas prefiro os autores do periodo Romantico e Ultra Romantico...Sabe Lord Byron, então sou maluca p ler o livro! Alvares de Azevedo então, é minha paixão...Perdi as contas de quantas vezes eu li Noite na Taverna!
É tão bom quando se encontra alguem que goste das mesmas coisas que vc...Ta, não precisa ser igualzinho..mas uma semelhança aqui e ali é muito bem vinda, não acha?
Ta, agora chega.. pra quem não tinha o que dizer, to indo longe de mais...
Pra terminar, queria deixar aqui um pedaço de uma música da Legião Urbana só pra arrematar esse momento literário...
Metal Contra Nuvens :
"E nossa estória não estará pelo avesso Assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar. E até lá, vamos viver Temos muito ainda por fazer Não olhe pra trás Apenas começamos. O mundo começa agora Apenas começamos."
bjoeforçasempre !
domingo, 4 de janeiro de 2009
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